Read შიმშილის მისამღერი by J.M.G. Le Clézio ია ბერსენაძე Online

შიმშილის მისამღერი

"შიმშილის მისამღერი" ლე კლეზიოს ერთ–ერთი ყველაზე პოლიტიკური რომანია. ავტორი აღწერს მეოცე საუკუნის 30იანი წლების ფრანგულ ბურჟუაზიულ საზოგადოებას, რომელიც აშკარად კოლაბორაციონალისტურ პოზიციაზე დგას. ეს იყო ომი, რომელსაც ომიც კი არ ერქვა, ასეთია ნაწარმოების პოლიტიკური გზავნილი. ეს იყო შეცდომა და სირცხვილი, ამბობენ რომანის გმირები. გზააბნეულმა ფსევდოელიტამ საკუთარი ცრუფასეულობ"შიმშილის მისამღერი" ლე კლეზიოს ერთ–ერთი ყველაზე პოლიტიკური რომანია. ავტორი აღწერს მეოცე საუკუნის 30იანი წლების ფრანგულ ბურჟუაზიულ საზოგადოებას, რომელიც აშკარად კოლაბორაციონალისტურ პოზიციაზე დგას. ეს იყო ომი, რომელსაც ომიც კი არ ერქვა, ასეთია ნაწარმოების პოლიტიკური გზავნილი. ეს იყო შეცდომა და სირცხვილი, ამბობენ რომანის გმირები. გზააბნეულმა ფსევდოელიტამ საკუთარი ცრუფასეულობისა და გამორჩეულობის დასაცავად ქვეყანა უფსკრულის პირას მიიყვანა. ეს პოლიტიკური რეალობა დღესაც რელევანტურია მრავალი ქვეყნისათვის. ნაწარმოები ფასეულია იმითაც, რომ მასშ ისტორიული დოკუმენტებია მოყვანილი. "შიმშილის მისამღერი" ლე კლეზიოს ბოლო რომანია....

Title : შიმშილის მისამღერი
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ISBN : 9789941914980
Format Type : Paperback
Number of Pages : 276 Pages
Status : Available For Download
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შიმშილის მისამღერი Reviews

  • Ana
    2018-11-21 05:02

    Quase quatro meses depois, as leituras em conjunto com a Isa e a Márcia regressaram aqui ao blogue, desta vez com uma sugestão minha. Descobri Le Clézio o ano passado, com Estrela Errante (ver opinião aqui) e nunca mais consegui esquecer o turbilhão de emoções que senti ao ler a história de Esther e Nejma e o quanto me deixei embalar pelo lirismo e a magistralidade do estilo de Le Clézio. Por isso, não hesitei em sugerir que a segunda leitura que faço com as minhas queridas colegas destas andanças blogueiras fosse de uma obra deste autor francês galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 2008.A escolha recaiu em A música da fome, também ela protagonizada por uma menina que vai crescendo ao longo da narrativa. Ethel é a única filha de Alexandre e Justine, mas é com o seu tio-avô – Monsieur Soliman – que dá longos passeios e é dele que ouve histórias que a fazem conhecer o mundo. “Ethel sente-se orgulhosa junto de Monsieur Soliman. Tem a impressão de estar na companhia de um gigante, de um homem capaz de abrir caminho em qualquer desordem do mundo.” Contudo, o seu tio-avô é um senhor idoso que adoece e morre antes de Ethel completar treze anos. Só no mundo, apesar de frequentemente ter a sua casa “atolada” de convidados dos pais, a jovem protagonista busca companhia e afetos em Xénia, companheira de escola, filha de uma refugiada russa – uma “mancha loura, um clarão” em “todo aquele cinzento”. “Finalmente encontrei uma amiga”. Será na sua companhia que Ethel desabrochará. Tudo fará para agradar à sua nova amiga e simultaneamente perderá qualquer resquício de inocência que ainda pudesse habitar em si. Compreenderá que na vida não há nada linear, que é apenas mais um peão no correspondente jogo manipulado por quem deveria ser a sua melhor amiga e por quem deveria amá-la e protegê-la incondicionalmente.Nas páginas iniciais travamos conhecimento com uma Ethel de apenas dez anos, que segue de mão dada com Monsieur Soliman e se maravilha com tudo o que descobre ao seu lado. É uma criança que se sente acarinhada, apoiada e amparada. Porém, a morte deste tio, deste avô, deste gigante que vence tudo e todos, deixa-a só, carente, privada de afeto, de cumplicidade. Passará a ser um alvo fácil daqueles que sentem prazer em dominar, daqueles que não olham a meios para atingir os seus fins. Crescerá como pode. Verá a sua família ser despojada de praticamente todos os seus bens materiais e a ter que sobreviver à falência económica e a uma guerra que os obrigará a ser refugiados dentro do seu próprio país. Passará fome. Aceitará o amor que um jovem lhe oferecerá. Mas nunca mais recuperará a inocência, a confiança. Nunca se abrirá totalmente a ninguém, porque ninguém lhe saciará a fome, nunca ninguém lhe restituirá esses momentos mágicos e completos que experienciou nos longos passeios que dava com o seu tio-avô, nos momentos em que descobria o mundo através das histórias de Monsieur Soliman.Quando se lê um autor pela segunda vez (ou pela terceira, quarta…), é impossível não estabelecer comparações. Como é óbvio, estabeleci-as entre Estrela Errante e A música da fome e as conclusões são evidentes – a escrita continua sublime, introspetiva, contida e digna de ser conhecida e admirada por todos. Tanto uma narrativa como a outra estão muito bem construídas, com pinceladas de História que nos tornam mais instruídos, mais conhecedores. Mas se comparo as protagonistas, afirmo sem nenhuma dúvida que o meu coração, as minhas emoções pendem para Esther e Nejma de Estrela Errante, porque não perderam totalmente a candura, a esperança, a vontade de viver, porque sofreram horrores indescritíveis e ainda mostram vida no olhar. O mesmo não se pode dizer de Ethel. É muito mais difícil criar laços com a protagonista de A música da fome. Talvez porque está seca, porque se deixa levar pela vida quase sem reagir, sem esbracejar. Talvez porque deixou há muito de sentir que pertence verdadeiramente a alguém.Poderia assim, após o que referi até ao momento, afirmar que esta leitura fora a terceira do mês a ficar aquém das expetativas. Mas não estaria a ser completamente sincera, pois, por um lado, há algo que me prende a Ethel – compaixão, vontade de a abanar – e, por outro, o final da narrativa, o desenlace da história de Ethel que coincide com os primeiros dias do pós Segunda Guerra Mundial deixaram-me com lágrimas nos olhos, sobretudo aqueles fragmentos que remetem para a rusga e aprisionamento de judeus no Velódromo de Inverno em 1942 e consequente deportação para os campos de extermínio. Recordei outras leituras (sobretudo a da obra Chamava-se Sara) e constatei a ironia que está por detrás da proximidade entre as datas da Tomada da Bastilha – 14 de julho – e a desse episódio negro na História francesa – 16 de julho. Resumindo, uma leitura não tão poderosa como a de Estrela Errante, mas uma leitura que ainda se mantém comigo e que me levará a ler de novo Le Clézio.Para terminar, tenho que referir que esta leitura a três foi tão saborosa como a sua antecessora, pois conduziu a uma nova partilha de ideias, apontamentos e opiniões. Todas somos unânimes em afirmar que há que repetir a experiência muito em breve, pois ler com companhia tem um gostinho bem melhor!NOTA – 07/10

  • Margot
    2018-11-23 21:56

    Jean-Marie Le Clézio est un conteur. Un conteur particulier et extrêmement talentueux mais un conteur. C'est là la forme qui lui convient le mieux comme dans Mondo et autres histoires notamment. C'est un auteur que j'admire tout particulièrement car il y a une forme d'engagement dans son écriture. Il y a cette sorte d'attachement à la terre, à l'humanité; une humanité pétrie de tradition, de joies, de désastres, d'exploits (grands ou petits, médiatisés ou non). C'est en partie pour cela que j'aime lire Le Clézio. C'est donc avec une hâte fébrile que j'ai entamé la lecture de Ritournelle de la faim que je projetais de lire depuis une éternité. Ce livre ayant permis à l'auteur de gagner le Prix Nobel de Littérature, je m'attendais à du grand Le Clézio comme je l'aime. Or, j'ai été un peu déçue. Les premières pages laissaient présager le meilleur, mais cela s'est vite essoufflé à mon sens. L'histoire est forte, et la dimension autobiographique est palpable. Je cite pour preuve un extrait du discours de Le Clézio pour la reception de son prix Nobel:"Si j'examine les circonstances qui m'ont amené à écrire – je ne le fais pas par complaisance, mais par souci d'exactitude – je vois bien qu'au point de départ de tout cela, pour moi, il y a la guerre. La guerre, non pas comme un grand moment bouleversant où l'on vit des heures historiques, par exemple la campagne de France relatée des deux côtés du champ de bataille de Valmy, par Goethe du côté allemand et par mon ancêtre François du côté de l'armée révolutionnaire. Ce doit être exaltant, pathétique. Non, la guerre pour moi, c'est celle que vivaient les civils, et surtout les enfants très jeunes. Pas un instant elle ne m'a paru un moment historique. Nous avions faim, nous avions peur, nous avions froid, c'est tout. Je me souviens d'avoir vu passer sous ma fenêtre les troupes du maréchal Rommel remontant les Alpes à la recherche d'un passage vers le nord de l'Italie et l'Autriche. Cela ne m'a pas laissé un souvenir très marquant."Or les troupes du maréchal Romel se retrouvent dans le livre. La guerre également. Et Ethel se présente comme un écho lointain (plus ou moins lointain d'ailleurs) de l'auteur. Mais malgré la beauté de l'histoire, le frisson n'est pas là. Peut-être que la laideur du genre humain y est par trop évidente, l'espoir trop absent pour pouvoir saisir pleinement le lecteur... mais quand bien même, cela ne serait pas la première fois. Cette faim évoquée dans le titre n'est pas la faim à laquelle on pourrait s'attendre, et elle est sans doute une faim d'espoir, d'amour, l'attente d'une mise à mort de la cruauté, du mensonge, du désespoir, de la peur, des dérobades des hommes et des femmes face à leurs responsabilités; la quête d'un point final aux guerres, au racisme, aux esprits fermés et obtus, aux prétentions vaines, à l'enfance bafouée et brisée, à l'amour bridé et foulé au pied, à la faim (la vraie) également. C'est aussi un hymne à cette insatiabilité qui est celle de l'enfance: de comprendre, découvrir le monde, découvrir l'autre, rêver, s'émerveiller, pleurer, espérer et surtout aimer sans restriction, sans conditions, sans faux semblants. Ritournelle de la faim est un récit dédié à l'enfance, et à l'enfant qui sommeille à chacun de nous. Il nous intime de ne pas le blesser, le renier ou le bafouer car c'est là que réside la part de l'âme humaine.

  • Mai Laakso
    2018-11-16 06:08

    Ranskalaisen nobelistin pienoisromaani kertoo Pariisissa asuvasta tytöstä Ethel Brunista, joka syntyi perheeseen, jossa ei juuri pennejä venytelty. Isä oli huikentelevainen ja laajasydäminen, joka jakoi rahaa kaikille, vaikka sitä ei ollutkaan ja pani samalla Ethelin isosedältään saaman perinnön taivaan tuuliin kaikkien onnenonkijoiden taskuihin. Samanaikaisesti Ranska miehitettiin ja perheen tuli aika paeta Nizzaan ja olla niin kuin muutkin pakolaiset, nälässä ja kurjuudessa peläten pommituksia. Rikkaudesta kurjuuteen. Voisi olla vaikeampi sopeutua kuin jos muuttuisi köyhästä rikkaaksi. Tässä kirjassa tuodaan esille myös se mikä edelleen on monissa maissa ajankohtainen aihe, että mies saa vaimonsa myötäjäiset mennessään naimisiin tai lapsensa perinnön. Ethelin isä oli pennitön, mutta niin vain eli leveästi muiden ihmisten rahoilla, velkaantui pahasti. Jotenkin tästä tuli selkeästi yhteys tämän päivän pikavippivelkaantujiin. Velalla maksetaan velkaa ja hurjia korkoja.

  • Iulia Tamas
    2018-11-18 02:12

    Un livre magique, un oeuvre de fiction ancreé dans la réel, parsemée des elements d'inspiration autobiographique. Le roman suit le chemin initiatique d'une jeune fille qui ne parvient pas vraiment à s'insérer dans le monde d'ambitions déçues de la bourgeoise française de l'entre deux guerres. Mais par-dessous, c'est l'histoire de la seconde guerre mondiale, de l'exil, de la faim.

  • Tahereh
    2018-12-14 01:58

    حیوانات به پروردگار تعلق دارند،اما حماقت از آن انسان است!احساس غم نمی کرد،ولی با این حال اشک از چشمانش سرازیر می شد و متکایش را مرطوب می کرد در حالی که فکر می کرد این سوراخ فردا با بیداری پر خواهد شد،خوابش می برد.ولی پس از بیدار شدن مشاهده می کرد که رد زخم همچنان در دلش باقی ست..

  • Huy
    2018-11-22 00:59

    one of his best.

  • Saeideh
    2018-12-10 00:11

    آدمی نمی‌تواند همه‌ی عمرش را به پرستیدن یک بت بگذراند.کتاب توضیح خوبی بود بر این جمله.

  • Rafa
    2018-12-06 22:01

    Me emociona lo bien escrita que está esta historia.

  • Maria Carmo
    2018-11-28 00:17

    Un livre étonnant, d'une beautée litéraire et d'un interêt historique indéniable! Des personages forts, pleins de personalité, convainquains. J'ai aimé lire cet author jusqu'maintenain inconnu. Absolument à lire!A wonderful book, written in a beautiful literary fashin and also pregnant with historic interest. The characters are strong, with marked personalities, perfectly convincing. I loved reading this book by an author which I had not yet read. Absolutelly a good read!Um livro surpreendente, duma beleza literária e interesse histórico inegável. As personagens são fortes, com personalidades bem marcadas, convincentes. Gostei imenso de ler este livro - dum autor até agora desconhecido para mim. Absolutamente a ler!Maria CarmoLisboa 5 de Junho de 2012.

  • Cmeo
    2018-11-26 01:55

    Một cốt truyện đơn giản so với những gì cuộc chiến WWII đã để lại. Một nhân vật nữ chính mạnh mẽ, quyết đoán, nhưng cũng thừa nữ tính. Rất nhiều nhân vật phụ, không rõ sắp đặt vào truyện với mục đích gì.Truyện là tự thuật của một cô gái tuổi đôi mươi ở phần lớn truyện, sau lại chuyển sang lời tự thuật của con-cô-gái, và sau rốt ta lại có cảm giác là tự thuật của người kể chuyện. Rời rạc, thiếu những cao trào trong xúc cảm, thiếu những điểm nhấn trong việc xây dựng nhân vật, cốt truyện quá đơn giản, ... Thật không hiểu sao lại dịch cuốn này của Jean-Marie Gustave Le Clezio - nhà văn đoạt giải Novel văn học 2008.

  • Rafaela Vianna
    2018-12-04 02:09

    excelente! *-* acompanhar a jornada de Ethel da infância a vida adulta no meio das mudanças políticas da Europa na época da segunda guerra foi incrível! a mãe do autor foi uma mulher e tanto! tenho fome de mais livros deste autor :)

  • Noemí
    2018-11-23 03:18

    Se lee con gusto y ofrece varios niveles, de lo más anecdótico y biográfico a los temas más generales de la culpa, la identidad y el paso a la edad adulta. Sin embargo, supongo que por las expectativas creadas por un Nobel, el libro me ha dejado un poco fría.

  • Brigitte
    2018-12-07 23:16

    A very beautiful book. I took a while to read it stupidly because it got a Nobel prize somehow I was reluctant to read it and then when I finally started the book I could not stop reading it.

  • Haymone Neto
    2018-12-15 00:58

    História da decadência de uma família da aristocracia mauriciana em Paris no entre guerras e do reinício da vida após o conflito, com a escrita emotiva de Le Clézio. Muito bom

  • Alberto Jacobo Baruqui
    2018-12-10 05:19

    Un libro que desde su titulo deja espacio para saborear lo que vendrá. Jean Marie Gustave LeClezio publica esta novela apenas unos dian antes de que recibiera el premio Nobel en 2008.La música de LeClezio toca acordes suaves que describen, en violín y flauta, los tiempos felices de los años 20's y 30's de la familia Brun ( Justine y Alexandre y su hija Ethel ), una familia de expatriados Mauricianos que viven en opulencia en la ciudad luz.Ethel no goza de tanta atencion durante su infancia y solo disfruta pasear con su tío abuelo Samuel Soliman que morirá antes de cumplir su sueño de vivir en el pabellón de la India francesa. La sensible Ethel conocerá en la epoca colegial a Xenia, una víctima de la Revolución rusa, y con ella lo mas cercano a lo que podría llamar una amistad, y aunque sus diferencias sociales, familiares y morales son grandes, son estas las que en ciertas edades llaman la atencion, sobretodo en la adolescencia.Poco a poco entrara el trombón acompañado de tambores, y cada vez con menos intervalos entre si, para acompañar el nombre de Hitler, del fuhrer que traerá consigo la amenaza que acompañará hasta el fin a los Brun y a la sociedad francesa hacia la guerra, el desmembramiento y el hambre. La orquesta ha cambiado sus músicos. Su melodía ahora es distinta, su ritmo ahora es implacable. La sociedad y los que se creían merecerlo todo han caído ya casi todos. "En cierto modo se había hecho justicia. Todos habían sido castigados, abandonados, traicionados, como merecida expiación a su arrogancia pasada. Los veleidosos, los , los especuladores, los agiotistas, los pecadores y tambien todos aquellos que habían profesado superioridad moral o intelectual." "El mundo se encogía poco a poco. Para lograr sus fines estaban dispuestos a caer en cualquier ignominia, pero el invasor no establecería ninguna diferencia entre ellos". "No se moría uno por las bombas. Se moría uno lentamente, de no comer, de no respirar, de no ser libre, de no soñar". JMG LeClezioSin embargo esto mismo dará las fuerzas necesarias a Ethel para renacer de su vacío interior y de su dolor para encontrar algo muy parecido al amor y con ello una nueva vida.Uno encuentra en sus renglones descripciones constantemente tan sutiles que hacen dudar si se logro entender el concepto. Logra rozar apenas y de manera caballerosa y elegante temas tan fuertes como el hambre, la guerra o la desunión familiar y solo en algunos casos retoma el tema, pero solo para dejarnos sentir, que sabe lo que nos esta provocando.Lo mismo sucede con los personajes, pero no da el mismo efecto, y mas bien se antoja una descripción mas detallada y mas intensa. Me parece que los deja sin la fuerza suficiente que merecen... Mas al saberse que posee bagajes autobiográficos... ¿O será ese su mérito mayor?Escribe y al leerlo me recuerda a Coetzee, no rebuscan, simplemente nos comparten pensamientos, historias, vida.Su final con el Adiós, el Hoy y Los Últimos Compases, donde hace metáfora con el Bolero es perfecta para cerrar el libro con un buen sabor. Hasta ahora con los escritores franceses: de bueno a mejor y este ha sido mi favorito de la serie. AJB

  • Fx Smeets
    2018-12-07 03:19

    The splendid opening chapter is dominated by the figure of Uncle Soliman - and as a representation of the French Belle Epoque, is as close to perfection as I have ever read. Everything in this short portrait shows Le Clezio's visual mastery, from the description of the moment (the umbrellas opening like dark flowers, Paris "smoking under the warm rain") to the description of the period (Ravel's Bolero premiering, the Universal Exhibition and its East Asia theme, the colours of the not so far XIXth century so marvelously rendered in the description of the "Maison Mauve"). Unfortunately, Uncle Soliman quickly dies. With his death, we do not only turn the page on the most brilliant period of France and Europe, but also on the most brilliant moment in Le Clezio's novel. From now on, style seems to fault him. The recent French Nobel Prize shows that he knows his topic. However, for someone who on the year following the publication of this book was to receive the most prestigious award in literature, he also shows an inexplicable lack of rigour. He jumps from present to preterit to past perfect in the same paragraph, sometimes in the same sentence. His other characters lack depth to the point of caricature (such are Chemin the coward or the ignominious Talon). His very main character, who we get to understand later may be his mother, grows from the age of twelve to within her twenties without much emotional building. The context itself is weakly rendered : we go through six years of war almost without noticing. The topic of the book itself, hunger, is entirely contained in the description of an old woman scraping rotten fruits and vegetable at a market in Nice around lunch time. It is as if, tackling a personal subject, Le Clezio had found himself at odds with it, not knowing whether to treat it with emotion or detachment, which part to give to the background, whether to engage in the internal conflicts of his character or stay neutral. All this makes for a readable novel. But from an author at the pinnacle of his production cycle, I was really expecting better.

  • Gerardo
    2018-12-11 23:16

    Una obra centrada en la familia, la historia y París. Mediante las historia de la familia Brun, podemos entender y conocer los acontecimientos históricos de la época. La novela se basa en Ethel, sus amores y sus vivencias a través de distintas etapas, algunas de estas prometedoras y otras oscuras. En este libro, se tratan temas como la crisis judía en la segunda guerra mundial, los problemas familiares y sociales que esto conlleva. Por otro lado, Ethel, la hija única de Alexandre y Justine (emigrantes de la isla Mauricio), retrata a la burguesía francesa de los años veintes-treintas. Al momento en el cual el nombre de Hitler comienza a aparecer, se puede apreciar el futuro declive de la burguesía. Un libro interesante pero no indispensable. Llega a ser tedioso y muy predecible. Hay varios personajes en los cuales no se profundiza, lo que hace que sea algo monótona la lectura.

  • La Stamberga dei Lettori
    2018-12-14 04:16

    Il cantiere destinato a rimanere incompiuto in Rue de l'Armorique a Parigi, che lo zio Soliman mostra orgoglioso alla piccola Ethel, è quello della casa color malva che l'anziano rimpatriato di Mauritius decide di lasciare alla piccola nipote, come sostegno contro l'incapacità del padre di Ethel, Alexandre Brun, di gestire il patrimonio di famiglia.Se in L'africano Le Clézio aveva indagato il lato paterno delle origini, quasi in forma di saggio biografico, in questo che è un vero e proprio romanzo, lo scrittore ne esplora l'altro ramo, quello materno, legato strettamente all'esotismo delle radici mauriziane, che lui stesso ha dichiarato di sentire come una seconda patria rispetto alla Francia.La famiglia Brun è raccontata dal punto di vista, anche qui, di una bambina che cresce.Continua su:http://www.lastambergadeilettori.com/...

  • Alain
    2018-12-06 05:02

    "J'ai ?crit cette histoire en m?moire d'une jeune fille qui fut malgr? elle une h?ro?ne ? vingt ans." Cette jeune fille est en fait la m?re de l'auteur. Il raconte la jeunesse cahotique et dure de sa m?re n?e dans une famille ais?e mais qui conna?tra tout d'abord la pauvret?, quand son p?re aura dilapid? tout l'h?ritage familial, puis ensuite l'exode vers le sud de la France au d?but de la guerre, une vie de mis?re jusqu'en 1945 et enfin l'exil vers le Canada.Le style de ce livre est particulier. C'est un livre de souvenirs, nostalgique, au carrefour entre souvenirs plus ou moins pr?cis, impressions et ressentis, dans une atmosph?re assez ?th?r?e. En cela l'ambiance de ce livre rejoint un peu celle des livres de Modiano.

  • Elisabete
    2018-12-06 03:16

    É o primeiro livro que leio de Le Clézio, escritor francês vencedor do Prémio Nóbel em 2008. A expectativa em relação a este livro era enorme. Trata-se da história de Ethel Brun, personagem que representa a mãe do escritor, servindo o livro (também) como homenagem. Passa-se durante a Segunda Guerra Mundial. O modo como o autor descreve os acontecimentos é totalmente diferente daquilo a que estamos habituados a ler sobre esta época. Com tacto, numa linguagem metafórica e até algo poética, Le Clézio vai transmitindo (porque não o faz de forma aberta) as informações e emoções intrínsecas a esta época.

  • Jeanine Erades
    2018-11-30 04:08

    Ook in deze prachtige sfeervolle roman komen de vaste elementen in de verhalen van Le Clézio voor. Zijn Mauritiaanse achtergrond is meteen herkenbaar in het verhaal over de Parijs Ethel, die weliswaar in redelijke welstand opgroeit, maar die lijdzaam moet toezien hoe haar familie al zijn bezittingen verliest door toedoen haar geldverspillende vader en het uitbreken van de oorlog. Maar ondanks alle tegenslag behoudt Ethel haar levenslust. Le Clézio op zijn best: in een paar zinnen schetst de man een compleet sfeerbeeld waar je helemaal in meegetrokken wordt. Prachtig boek.

  • Luis Rolando Durán
    2018-11-29 01:12

    Un inicio lento, pero lleno de apuntes de futura nostalgia. Poco a poco y sin asombro, una entrada en la decepción, la guerra y el detalle íntimo de las luchas internas, de la familia y del amor.Una novela con menor "exotismo" de trashumante, como es usual en Le Clézio, que nos muestra un Paris de esquinas y sitios familiares, lleno de una luminosidad que se irá al abismo. Los recuerdos y sobre todo la sensación de no pertenecer, llenan de angustia, de ganas de renunciar a veces, pero motivan también a seguir escudriñando.

  • Cécile
    2018-11-17 22:22

    Un récit poignant et si bien écrit, comme toujours avec Le Clézio... Un style inimitable et une histoire si belle, si pudique, celle d'Ethel, jeune fille d'immigrés bourgeois mauriciens, qui ne vit pas réellement sa vie, et que l'on accompagne jusqu'à ce que celle-ci commence enfin. Je le recommande à qui le style de Le Clézio ne rebute pas : du contemplatif, beaucoup de contemplatif, mais il le fait si bien...

  • Heidi
    2018-11-16 03:08

    Tässä on nobel mennyt oikeaan osoitteeseen. Todella taitavasti kirjoitettu tarina pariisilaistytöstä, joka joutuu todistamaan perheensä huoletonta kulkua kohti täydellistä vararikkoa. Taustalla kuohuu 1930-luvun levottomuus, joka pian vaihtuu täydeksi sodaksi. Ensimmäinen kirjani Le Cleziolta, mutta tuskin viimeinen.

  • Natxo Cruz
    2018-12-08 01:13

    De l'estil, una mica, d'Expiación, però menys treballat. A mig camí entre una història de degradació social d'una generació que es veu atrapada per la guerra i un homenatge als jueus que en foren víctimes reals en una França col·laboracionista i que avui encara és un episodi no superat en l'imaginari col·lectiu i que no casa amb la "grandeur" del bressol de la república.

  • Catherine
    2018-12-01 23:54

    Pour l'intrigue, j'étais un peu deçu, mais il y a qqch chez Le Clézio qui fait qu'on veut continuer. J'étais plus attiré par le projet de reconstruire le pavillon de l'ile que par les effets du 2e guerre mondiale. J'ai trouvé le portrait de "l'amitié" entre les jeunes filles à la fois subtil et réaliste. Si seulement ces trois fils s'entrelaçaient mieux.

  • Eva
    2018-11-18 06:00

    I just finished reading this book, it shows the relentless slide into bankruptcy of a rich parisian family, seen through the eyes of the daughter, an only child.The story is set against the background of the Depression and World War II. It's about loss and grief, but in a restrained and detached, almost offhand way.

  • Dominika
    2018-12-04 23:56

    Kivételesen szűkszavú leszek; egyszerűen nem tetszett. Annyira nem tetszett, hogy végigolvasni sem tudtam. Több mint a felét elolvastam, mert azt hittem, hogy ez csak a kezdeti story beindulás lesz. Tévedtem…

  • Greta Vercruyce
    2018-11-18 21:56

    L'histoire d'une jeune fille de descendance mauricienne, son passage à l'adulte dans le cadre des changements du XXe siècle: les changement dans de la société bourgeoises entre les deux guerres, les sentiments antisémits, la fuite vers le sud en sa vie durant la guerre. J'ai bien aimé le livre.

  • Johan
    2018-12-04 04:06

    Funny, I don't relate to some observations made to the effect that the book would become less interesting after the beginning. I actually thought that about halfway through the story picks up speed and the narration is coming together. Interesting read.